sexta-feira, 6 de maio de 2016

A POLÍTICA CHEGA AO CLIMAX




A excrescência da politicagem atual chega ao clímax! Um jogo sujo, praticado ao esmero pelos três poderes onde encontramos ligações (verdadeiros hiperlinks) em um emaranhado de interesses duvidosos quando não escusos.

Fulano que se encontra com Beltrano que liga para Sicrano que pede para... em um sem fim!

Há muitos que desejaram e ainda querem a intervenção militar. A porcalhada atual é tão sem saída, na visão de muitos e que eu compartilho em parte, que somente uma ação de imposição semelhante ao golpe militar de 1964 poderia frear essa sucessão nefasta de descaminhos da política. Imaginar que estamos sem saída e que o povo precisa ter em quem confiar dá muito bem o tom de como vemos nossa própria situação. Para alguns a solução era a dissolução do Congresso Nacional, a deposição do atual governo, os militares tomariam as rédeas e convocariam novas eleições. Não sem antes trancafiar alguns... Difícil decidir quais seriam esses alguns...

Não participo desse desejo de ver forças militares impondo a ordem em um país que já conquistou a liberdade democrática. É retrocesso sob todos aspectos. É essa democracia que impõe que encontremos a saída para o imbróglio que nos metemos. Como? Não sei... tentando ao menos!

Essas desgr@ç@as de políticos sabidamente com desvio de caráter são eleitos com uma massa de votos espantosa! Quando a porr@ pega não aparece um infeliz que assuma ter parte da culpa! Excetua-se os militantes cegos, pagos, e os ingênuos de plantão! É como se os votos surgissem como obra e graça do d... santo!

Quando não se encontra solução nas forças armadas que fazem um silêncio como se nada houvesse acontecido frustando uma minoria ruidosa, quando o Congresso Nacional é dirigido por dois acusados de diversos crimes e esses crimes também recaem sobre muitos parlamentares, quando o executivo tem processados, acusados e investigados a base de sua sustentação, resta ao povo desiludido olhar para o último poder capaz de arrumar a tão bagunçada casa: o poder judiciário. E que poder judiciário! Que alternativa de poder judiciário nós temos!

Erramos no votar. Todos os políticos que agora nós mesmos execramos foram indicados pelas urnas de todo país! Dois poderes comprometidos com a ajuda ao pobre: pobre de mim, pobre dos meus! Esperar portanto do judiciário tornou-se a única alternativa possível.

Mas aí surgem os "defensores" da independência entre os poderes! Ohh!!! Cada um na sua, dizem...

Se ontem o MD Teori não mete a caneta e afasta o Dep Eduardo Cunha, interferindo sim no legislativo, nós ficaríamos indefinidamente assistindo sua ingerência no processo de cassação por falta de decoro.

Teori abriu precedente mesmo dizendo que não, mas a meu ver era a nossa única possibilidade de fazer valer a nossa vontade, que é ver afastados os nobres senhores corruptos e corruptores de que partido for.

Não tem como convocar novas eleições e eles se beneficiam mutuamente do poder. Sem falar que novas eleições colocariam os mesmos atores em uma nova disputa! Nem pensar numa hipótese desse, a menos que os atuais mandatários renunciassem.

(Dá um ódio quando reclamam os tais milhões de votos, como se esse referendo pela urna desse a eles o poder absoluto para destruírem o pais)...

Agora é esperar que o STF, que não goza de nossa total confiança, abra os pedidos de investigação, libere para que juízes como Sergio Moro, o Ministério Público e a Polícia Federal possam trabalhar capitaneados pelo próprio STF referendando suas ações, como fizeram quanto ao processo legítimo de impedimento da presidente.

O jogo de interesses é grande. País rico e com suas feridas abertas dando oportunidades... Mas que terá que se reencontrar. E essa responsabilidade de propiciar as mudanças volta a ser de cada eleitor. Não é eleição, mas o poder que emana do povo deve ser novamente exercido em ato firme e continuado.

Fugir de interferir, omitir-se, é fazer a si corrupto com a corrupção daqueles que se mantêm no poder com a aquiescência de quem não tem coragem para mostrar a sua cara! Se engana quem pensa que uma simples opinião em seu mural não interfere e é inócua. Eles monitoram tudo e isso conta sim! Temer criar inimizades por tomada de posição na política é entender e mostrar a infantilidade de seus amigos! Se esses não podem conviver com uma opinião divergente... isso não deve ser desculpa para eximir-se de sua própria responsabilidade. É antes de tudo exercício da cidadania!

Por hora, parabéns Teori. Parabéns STF. Para mim a solução dessa bagaça passa e muito pela coragem e patriotismo dos iminentes senhores de toga!

E vamos em frente!






OZEAS CB RAMOS
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quarta-feira, 4 de maio de 2016

A Arte de Ler - Mario Quintana



A Arte de Ler - Mario Quintana


"O leitor que mais admiro é aquele que não chegou até a presente linha. Neste momento já interrompeu a leitura e está continuando a viagem por conta própria".


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terça-feira, 3 de maio de 2016

UM SABOR PARA JAMAIS ESQUECER



UM SABOR PARA JAMAIS ESQUECER:

Galeto na brasa, baião de dois e cajuína!


Fiz andanças. Corri freguesia em pelo menos metade desse país. Como dizem: andei por aí. Viajar é um dos prazeres que encontrei na vida. Não escolho destino, tive oportunidade, lá vou eu.

Das lembranças boas numa dessas carreiras pelas estradas cheguei a Fortaleza. Com pouca grana para extravagâncias, definimos (com amigos) que iríamos apertar o cinto (leia bolso) para com alguma folga nas economias podermos desfrutar de um delicioso prato de lagostas na orla da cidade.


Encontramos um restaurante típico da culinária local. Serviam galeto na brasa, com baião de dois e uma bebida que ficaria para sempre em minha memória. Tratava-se de CAJUÍNA. Que me perdoe os piauienses, eu a conheci em Fortaleza!

Comemos esse prato todos os dias da semana para economizar e em meu caso porque eu realmente havia gostado. O baião de dois é muito gostoso (eu adoro feijão). E aquele troço gelado, com sabor mais apurado que os refrigerantes normais!!! Humm!

No final da semana corrida experimentamos a lagosta... em um restaurante que a água do mar batia nas pedras e descia pelo telhado da casa. Um espetáculo que a natureza propiciava e fora bem aproveitado pelo restaurante. Mas lembrar mesmo com nostalgia e prazer fica para a combinação galeto, baião e cajuína.




Tempos depois, ponham tempo nisso, passando por Teresina eu reencontrei a criatura (infelizmente muito cara!) acomodada em um balcão refrigerado de um restaurante me esperando. Uma pena que a parada na estrada tem que ser muito rápida e não pude sair para comprar mais algumas garrafas. Naquele instante dei ao paladar o gosto de boas lembranças...


A cajuína recebeu dois prêmios (videhttp://www.portalinformatur.com/cajuina-recebe-titulos-de-…/) de patrimônio cultural e de indicação geográfica reconhecendo Piauí como origem da bebida.

Fica a dica!


Caetano escreveu e canta:
https://www.youtube.com/watch…

CAJUÍNA
"Existirmos: a que será que se destina?
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina".



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segunda-feira, 2 de maio de 2016

TAMBÉM QUEM MANDA MORAR NA ROÇA?




TAMBÉM QUEM MANDA MORAR NA ROÇA?


Ela diria com seriedade e sobriedade quase irônicas: "também quem manda morar na roça?".

Uma velha amiga que nem por fatídico engano eu ousaria escrever amiga velha. Seria excomungado do planeta terra.

Nesse caso em particular e inicialmente não darei razão a ela nem por força de lei.

Moro na chamada região metropolitana de Salvador - Cidade de São Salvador para ser mais preciso.

Nossa cidade, antiga Água Comprida, que no passado fora visitada por El Rei do Brasil, terra de jornalista governador, agora chamada Simões Filho.

Sentimos que moramos na capital ainda que em sua periferia. Estamos a menos de 10km dela. E por isso criamos um imaginário que não se trata do "interior". Quem mora em Salvador não declara viajar quando se dirige para Simões Filho pois são cidades grudadas uma à outra.

Essa percepção de residir na "capitar" não se reflete na vida, digamos, do cotidiano.

Citarei alguns pormenores para embasar essa diferença.

O primeiro exemplo é o transporte público. Com a chegada do Metrô, nós simoesfilhenses de nascimento ou de agregação tardia, estamos sendo colocados de lado, com alterações dos itinerários, horários e até remoção de linhas, etc.

Deslocados pelas mudanças no trânsito temos que reaprender a caminhar pela cidade soteropolitana. Há um entendimento que o transporte metropolitano causa um desconforto no trânsito da capital baiana.

Um aparte necessário:
Nosso sistema de transporte municipal é um caso para o MP cuidar com brevidade. Quem quiser pensar em absurdos nos micro ônibus que rodam por aqui estará pensando a metade do que experimentamos de abusos e arbitrariedades. É um sofrimento sem medida ir dos bairros ao centro de nossa cidade. Retornar é um sofrimento ainda maior... Eles fazem o que querem com os passageiros...
MP cadê você?

Salvador... retomando...

Uma segunda questão a ser colocada esta no campo da telefonia celular. Tenho sentimento que distamos do grande centro tecnológico uns mil quilômetros. Já experimentei todas as operadoras e a funcionalidade é sempre precária. Funciona aqui, ali, acolá. Falha... E até cai a rede.

No cafofo mesmo, não é fácil navegar a 3G. Usei a TIM. Ruim! Usei a VIVO; morte. Testei a OI. Oi? Oiii? Ei? Psiu?? Até que cheguei por eliminação a CLARO.

Claro que nos primeiros dias clareou tudo. Navegava em velocidade da luz! Na segunda semana o plano que havia escolhido não estava mais disponível. Encurtando a conversa... Tem hora que a na ve ga ção é so frí vel.
Claro...

Uma terceira e última que passarei de largo é a segurança pública. Que aqui pode ser referida como INSEGURANÇA PÚBLICA. Os nossos índices são alarmantes. Sabe aquela conversa de "nunca antes na história" dessa cidade se viu tantos crimes de tantas naturezas?

Mas nesse ponto saímos da estrita competência do município e entramos na área dos governos estadual e federal. Deixaremos esse item para outra divagação.

É nesse contexto que vivemos. Os problemas chegam, ganham corpo, criam raízes e até dão cria. E nós, a despeito de nossos direitos e cidadania, seguimos aprendendo a conviver com as dificuldades sem a devida atenção dos órgãos e serviços públicos, principalmente na esfera municipal. Em alguns aspectos e particularidades, seguimos sem exercê-la devidamente.

Por fim, sigo aqui pensando:
Será que ela tem razão?

Ela mesma, ainda rindo, responderia:
"Queta"!

SIMÕES FILHO-BA


OZEAS CB RAMOS
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sábado, 30 de abril de 2016

ÊTA MUNDO (quase) BAUM





ÊTA MUNDO (quase) BAUM


Da parte da cantiga eu só pude cantar (e isso até hoje):
"Eu sou pobre, pobre, pobre, De marré, marré, marré. Eu sou pobre, pobre, pobre,De marré deci".


Nem me pergunte que raios é marré e muito menos marré deci...

O fato é que a vida foi, digamos, mais cruel nos primeiros tempos...

Quando vejo os calçados de agora, de modo geral eles são muito! muito melhores do que foram a quarenta anos.

Desses aí usei todos nessa sequência:
(imagens da net)

1. Conga - Por sorte, por pouco tempo. O trem era feio e ficava esquisito no pé maior.

2. Kichute - Esse quase veio para ficar. Foram muitos anos calçando o sapato do "Homem de seis milhões de dólares". Sem falar que era "quase" uma chuteira. Enquanto a Conga ficava pior no final do tempo de uso, o kichute era ruim no início. Os birros embaixo precisam de umas duas semanas para ficarem raspados e nivelados.

3. Bamba - Esse passou rapidamente pois do kichute a gente partia (eta mídia de mercado) para o All Star. Era o sonho de consumo de todo menino(a) pobre.

4. All Star - Logo após comprar o primeiro par All Star, vermelho, cano alto, a vontade era não tirar mais do pé!

Como expressamos aqui diversas vezes, nesse tempo havia uma magia, talvez devido ao fato de ser ainda criança chegando a fase adolescente. A sensação é que se era mais feliz a despeito das dificuldades serem maiores do que hoje em dia.
É isso.

Mais uma lembrança.

Para concluir, um verso do mestre Mario Quintana:

"Quem disse que eu me mudei?
Não importa que a tenham demolido:
A gente continua morando na velha casa em que nasceu".


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quinta-feira, 28 de abril de 2016

PRIMEIRA VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE



PRIMEIRA VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE
de meu tempo...

Há quarenta anos!
Ou mais...

E quem disse que era fácil?

Nenhuma onomatopeia será capaz de descrever o coro sendo castigado por instrumentos de fácil persuasão:

- Palmatória
- Cinto de couro
- Bainha de facão
- Cipó vermelho (cipó caboclo)
- Chinelo
- Palmatória
- e mais uma meia dúzia...


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segunda-feira, 25 de abril de 2016

GEREMIAS O velho que temia a morte




GEREMIAS

O velho que temia a morte.



Vou lhes contar o causo de um velho que temia a morte X.
Passava mal constantemente embora não fosse hipocondríaco e nem tomasse remédios apropriados ao combate dos males de quem já quebrou o vale da boa esperança. Tinha antes, na verdade, uma saúde de ferro.

Chamava-se Geremias, com G mesmo X. Dizia esse ter sido um erro do oficial no cartório no ato de seu registro, lá pelos anos de... a sua idade ninguém sabia! Atendia pelo apelido de Jeré, não como um diminuto do próprio nome e sim de jereré, um dos instrumentos da pesca que praticara durante a vida, numa das cabeceiras sertanejas do velho rio São Francisco X.

Saíra de casa ainda cedo na primeira adolescência X. Embora não tivesse natureza e índole má, deseja a vida em completa liberdade desde que lhe chegaram cabelos na venta.

Mesmo com os muitos anos mal contados e alguns esquecidos davam ao velho a certeza de que a sua hora estava finalmente chegando e que a morte estava por espreita em derredor X.

Um mal aqui, um apuro outra noite... e era essa a sua conversa que, mesmo sendo tantos acontecimentos, pareciam história repetida.

Não tinha parentes. Vivia sozinho e solitário. Gabava-se de não precisar de nenhuma ajuda e que aqueles que se aproximavam desejavam mesmo era roubar-lhe as posses X. "Poucas é verdade" - dizia ele.

Os amigos eram poucos.
Uma vizinha viúva havia pouco tempo com quem ele buscava consolo e alguma companhia para conversar.
Outro senhor também idoso que era jogador de damas e outros jogos. Contava esse que essa tarefa, o jogo por vício, era o modo como ele sustentara a família antes de ser aposentado pelo Funrural. O jogo era a sua profissão.
Outro amigo era o barbeiro que o aturava mais pela obrigação da profissão do que pela estima e amizade.
Assim contavam-se poucos amigos X.

Voltemos ao causo.
O velho se impressionava toda vez que sabia de um infeliz cuja maleficio de uma doença grave o havia dobrado numa cama ou que esse havia sido levado à óbito prematuro.

Se alguém adoecia de moléstia grave ele sentia o que pensava ser os mesmos sintomas do caso a ele relatado.

Se chegava a seu conhecimento sobre o passamento de um para santo sepulcro sentia ele a frieza da morte aproximar-se sem piedade X.
"Dessa noite não passo".
"Meu fim chegou"!
"Está tudo acabado".
"Cumpra infeliz o propósito que lhe trouxe aqui! Mas faça com brevidade e me poupe da penosa agrura".

Os conhecidos quase não escutavam mais as suas lamentações de quase morte e das dores que padecera em noite anterior ao relato.

Todos até evitavam perguntas tipo: "como tem passado sr Geremias?

Porque via de regra a resposta era sempre de uma mesma linha e começava assim:
"Nem lhe conto... Nem lhe conto! Essa noite eu quase embarquei para a terra dos pés juntos"!

Por mais que alguns repelissem essa ideia contrariando o velho e dissessem: "o senhor ainda há de viver muito e entregar muitos aos sete palmos antes de ser levado", ele nunca concordava. O seu fim era próximo.

Por fim morreu o velho amigo jogador de damas. Ele não foi ao enterro limitando-se a pedir desculpas aos familiares.
Morreu o barbeiro e nem notícias ele foi buscar.
Morreu a vizinha viúva... e tantos outros personagens conhecidos do velho Geremias.

Pelo que pude apurar, só havia um instante em que o sempre moribundo não aceitava como certa a sua partida para o além. Bastava que algum paciente e perspicaz interlocutor lhe indagasse sobre quem recairia seu testamento. "Quem vai herdar seus bens Geré"? O que o velho não titubeava:
- Ainda viverei muito! Viverei muito antes que uma alma vivente goze dos meus favores X!

Passados alguns anos, ainda vive o velho Geremias X... Nisso você pode acreditar!



OZEAS CB RAMOS
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