sábado, 30 de abril de 2016

ÊTA MUNDO (quase) BAUM





ÊTA MUNDO (quase) BAUM


Da parte da cantiga eu só pude cantar (e isso até hoje):
"Eu sou pobre, pobre, pobre, De marré, marré, marré. Eu sou pobre, pobre, pobre,De marré deci".


Nem me pergunte que raios é marré e muito menos marré deci...

O fato é que a vida foi, digamos, mais cruel nos primeiros tempos...

Quando vejo os calçados de agora, de modo geral eles são muito! muito melhores do que foram a quarenta anos.

Desses aí usei todos nessa sequência:
(imagens da net)

1. Conga - Por sorte, por pouco tempo. O trem era feio e ficava esquisito no pé maior.

2. Kichute - Esse quase veio para ficar. Foram muitos anos calçando o sapato do "Homem de seis milhões de dólares". Sem falar que era "quase" uma chuteira. Enquanto a Conga ficava pior no final do tempo de uso, o kichute era ruim no início. Os birros embaixo precisam de umas duas semanas para ficarem raspados e nivelados.

3. Bamba - Esse passou rapidamente pois do kichute a gente partia (eta mídia de mercado) para o All Star. Era o sonho de consumo de todo menino(a) pobre.

4. All Star - Logo após comprar o primeiro par All Star, vermelho, cano alto, a vontade era não tirar mais do pé!

Como expressamos aqui diversas vezes, nesse tempo havia uma magia, talvez devido ao fato de ser ainda criança chegando a fase adolescente. A sensação é que se era mais feliz a despeito das dificuldades serem maiores do que hoje em dia.
É isso.

Mais uma lembrança.

Para concluir, um verso do mestre Mario Quintana:

"Quem disse que eu me mudei?
Não importa que a tenham demolido:
A gente continua morando na velha casa em que nasceu".


RASCUNHO1966
www.rascunho1966.blogspot.com.br
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