sexta-feira, 14 de agosto de 2015

O ABRAÇO


Foi um abraço espontâneo que durou menos de um minuto; e não foi apenas um abraço e sim "o abraço" a minha melhor eternidade nesse dia. E ainda aproveitei para dar um beijo...

Momento em que me lembro de que as poucas tentativas de acertos de hoje não anulam os muitos erros do passado. Mesmo que esses erros não me definam mais ainda são como uma sombra escura de um eclipse solar.

É em cada abraço, mesmo que em intervalos de uma era glacial, que renasce uma esperança que colore meu horizonte com as mesmas cores do arco-íris!

A necessidade era de não largar mais, de não deixar ir, de grudar e deixar fundir... em um dia que um gesto rareado não representou um novo mico. E eu sei que não fora dado porque eu mereça, sim porque eu precise...

Fotos? Nem pensar. Filmado? Sem chance... Gravado na memória e eternizado em mim. Deixando a crença nos ciclos da vida, que gira a roda, que outro esteja por vir.

Catando esperanças alimento meu viver... sendo essa toda a minha alegria, ou pelo menos, os dois terços que me é permitido experimentar.



OZEAS CB RAMOS
www.facebook.com/rascunho1966

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