terça-feira, 25 de agosto de 2015

NO MIOLO DO TEMPO

Li durante o translado Salvador-Simões Filho. Ou seja, em uma sentada...



A PIRATA E O PAPAGAIO – pág. 107.
De um amigo


Agora quando a tarde chega,
seja terça ou seja quinta
lá na ladeira dos fuxicos,
na barra das marés,
contos e estórias
misturam-se às mil histórias.
Ouvem-se matracas e tagarelas
do muito falar da pirata e do papagaio.
São passados a fio e a miúdo
mais de um centenário de vivencias,
de sonhos, de amores e de paixões.
É quando procuramos e descobrimos
um enorme baú de relíquias
sobejado com lembranças e emoções.
Enquanto dorme o fabuloso doutor
Senhora não quer ser senhora
O aprendiz vira mestre
E o menino vira senhor...



RÉPLICA - pág. 108.
CLEO D’ÁVILA

Nas terras do Jornalista,
Mora também um poeta,
Inquieto, tagarela,
De tudo ele entende, pode crer!
Sabe contar histórias,
Vai e volta no tempo,
Junta com uma velha amiga,
Nas tardes de terça feira
Para fazer a pauta
Do que vai acontecer!
Fala a Pirata poderosa,
Ouve o Papagaio com atenção,
Sai versos, lembranças,
De belos tempos,
E tristes momentos
Do passado e do presente,
De amores e paixão,
Ecos de suas vidas,
Rastros e lamentos
Do peito e do coração.

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