quarta-feira, 31 de julho de 2013

VEM. VEM COMIGO, VEM!


Para o dia do orgasmo!

VEM. VEM COMIG, VEM!



A noite estava fria e o quarto escuro. A única luz vinha do basculante no banheiro. Era a lua cheia, que insistia em descobrir os amantes na terra. Como ela mesma não poderia descer espelhava a luz que recebia e assim eu podia olhar tua silhueta sob o edredom. Era ele que naquele instante aquecia teu corpo. Ainda em pé amei-te em silêncio. 

Busquei espaço para me aquecer por um instante junto a ti. Você lateralmente de costas, propiciou que meu corpo inteiro cola-se ao teu. Calor de teu corpo nu e teu respirar em silêncio. 

Senti teu cheiro. Beijei teu ombro por mais de uma vez. Cheirei novamente teus cabelos enquanto também beijava suavemente tua cabeça. 

Ainda havia silêncio. Estar tão próximo já permitia ser tomado por meus pensamentos. Desejava-te! Sangue a correr nas veias e meu pênis já denotava o excitação que me acometia. A ereção acontecia... Queria você naquele instante. Numa tentativa de despertar teu acomodado corpo, passei uma de minhas mãos sobre tua cintura. Desci um pouco e voltei a passear em tua barriga até que encontrei teu seio. Foi ele que entre meus beijos e o aperto de minha mão denunciara teu despertar. O mamilo dizia-me com clareza que ao menos ele me queria. Que aceitava meus carinhos em ti. 

Foi quando após um sussurro você virou-se premiando minha espera e desejo. Um sorriso aquiescia e autorizava-me ir adiante. Agora você estava vivaz ali comigo. Beijos que se avolumavam e que nós tratávamos de prolongar cada um deles. Línguas e sussurros. Até ali era minha mão que te procurava quando a tua encontrou meu pênis já ereto. Eu podia esperar e prolongar as carícias. Ele queria estar em você. Suavemente você me masturbava enquanto eu virado a teu lado tocava tua vulva suavemente. 

Entre carícias foi que você me empurrou para que ficasse de costas para a cama, e de súbito sentou-se sobre mim. Disse em tom firme e inquestionável: "Fique quieto! Nada de gracinhas. Essa noite é minha"! Iniciando logo em seguida um roçar de sua vulva em meu pênis. Eu estava agora para seu inteiro prazer. Ele implorando para possuir-te logo. Mas você queria mais era excitar-se! Movimentos constantes, tuas mãos apertavam meus braços, quando senti a cabeça de meu pênis encontrar tua vagina. Lentamente permitiu que estivesse inteiro em você. Era você no controle. Restava-me olhar teu rosto em desejo e volúpia. 

Levantavas teu quadril e suavemente retornavas para que penetrasse você por completo. Minhas mãos alcançaram teu quadril ajudando em teus movimentos. Teus olhos fechados, teu quadril no vai-e-vem, e você em loucura entregava-se ao prazer. Eu podia sentir meu ereto em sua vagina úmida e quente. Queria gozar, mas estava tão gostoso nosso sexo que também desejava que prolongasse aquele instante. Foi quando ouvi teu sinal de que estávamos chegando a nosso destino: Vem. Vem comigo! Vem! 

Tuas mãos apertaram mais ainda meu peito, teu corpo enlouqueceu sobre o meu. Minhas pernas enrijeceram elevando meu quadril para que mais te penetrasse com meu pênis que já pressentia o prazer. Nessa hora você apertou-me uma última vez, contraindo todo seu corpo, num ofegante respirar confidenciou-me, agora junto ao ouvido e com teu corpo sobre meu peito: Gozei! Nem percebera que também eu acompanhei-te nesse prazer! 

Trocamos ainda alguns beijos e carinhos quando cada um de seu lado adormeceu inebriado de prazer e gozo! 


OZEAS CB RAMOS
www.facebook.com/rascunho1966

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